
As primeiras Endoscopias Digestivas foram realizadas em 1809. Nessa época utilizavam-se equipamentos rígidos e o exame se assemelhava ao espetáculo do “engolidor de espadas”.
Obviamente esse exame tinha muitas limitações, causava extremo desconforto ao paciente e possuía muitas complicações como perfurações e sangramentos.
Ao longo dos anos com a descoberta da fibra ótica os equipamentos foram ficando mais flexíveis e, associado a evolução da tecnologia e dos componentes eletrônicos, chegamos no final do século passado aos os equipamentos de videoendoscopia utilizados atualmente.
Médico que realiza Endoscopia e Colonoscopia
Os médicos que realizam os exames de Endoscopia e Colonoscopia são os Endoscopistas, os Gastroenterologistas e os Cirurgiões do Aparelho Digestivo.
Dr. Rodrigo é Cirurgião do Aparelho Digestivo e realiza exames de Endoscopia e Colonoscopia em Barretos – SP.
Com mais de 15 anos de experiência nessa área já realizou mais de 10 mil exames e ajudou muitas pessoas no alívio dos sintomas digestivos e na detecção de lesões que se tornariam câncer e no próprio diagnóstico de câncer.
Os exames são documentados com fotos, o laudo é emitido na hora e em casos de doenças mais graves o Dr. Rodrigo já explica aos familiares no final do exame, para que retorne ao médico que solicitou o exame com maior rapidez.

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Tipos de Endoscopia Digestiva

A Endoscopia Digestiva recebe nomes diferentes dependendo da área que será examinada.
Quando o exame é realizado para ver o esôfago, estômago e duodeno (primeira parte do intestino delgado ou fino) recebe o nome de Endoscopia Digestiva Alta.

ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA
Já quando o exame é realizado para o ver o intestino grosso recebe o nome de Endoscopia Digestiva Baixa ou Colonoscopia, como é mais conhecida.

COLONOSCOPIA
Existem outros tipos específicos de Endoscopia Digestiva utilizados para examinar determinadas áreas como a Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE) que é utilizada para examinar, retirar cálculos ou desobstruir os ductos biliares e a Ecoendoscopia alta ou baixa que é a associação do exame de endoscopia com a ultrassonografia e é utilizada para examinar e realizar biópsias em lesões mais profundas na parede dos órgãos digestivos ou até em órgãos vizinhos.
Nesse artigo vamos focar somente na Endoscopia Digestiva Alta e na Colonoscopia.
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Principais usos da Endoscopia Digestiva
Os 3 principais usos da Endoscopia Digestiva nos cuidados com sua saúde são:
- Diagnóstico de doenças digestivas
- Tratamento de doenças
- Prevenção de câncer
Saiba agora como é utilizado esses exames em cada um desses usos
Diagnóstico de doenças digestivas

A Endoscopia Digestiva é o principal método para diagnóstico das doenças que acometem os órgãos ocos e preenchidos por ar do sistema digestivo, ou seja, esôfago, estômago, o início e o final do intestino delgado (intestino fino) e o intestino grosso.
Isso acontece porque a presença de ar no interior desse órgãos e a sua grande variedade no formato e diâmetro devido à grande elasticidade prejudicam a avaliação deles por exames de imagem tais como ultrassonografia, tomografia e ressonância magnética.
Existem várias doenças diagnosticadas através da Endoscopia Digestiva Alta e da Colonoscopia, mas as principais são:
- Refluxo
- Hérnia de hiato (hérnia do estômago)
- Varizes no esôfago
- Câncer de esôfago
- Gastrites
- Úlceras no estômago
- Pólipos no estômago
- Câncer de estômago
- Úlcera duodenal (primeira parte do intestino delgado)
- Duodenite (inflamação no duodeno)
- Divertículos duodenais
- Pólipos duodenais
- Colite ou Doença Inflamatória Intestinal
- Retocolite Ulcerativa
- Doença de Crohn
- Pólipos do intestino grosso
- Divertículos no intestino grosso
- Varizes no reto (final do intestino grosso)
- Câncer do intestino grosso
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Tratamento de doenças

A Endoscopia Digestiva pode ser usada para tratamento de várias doenças do sistema digestivo como pólipos, hemorragias e estreitamentos e no tratamento de outras doenças como por exemplo a obesidade.
Veja como é usada a Endoscopia Digestiva no tratamento dessas doenças:
- Retirada de pólipos (polipectomia):
- Os pólipos são lesões que se assemelham a ¨verrugas¨ e que podem surgir em qualquer órgão do sistema digestivo além de outros locais como por exemplo o útero, a bexiga e a cavidade do nariz.
- No sistema digestivo a maioria dessas lesões ocorrem principalmente no estômago e no intestino grosso e são benignas, porém em alguns casos, se não forem removidas, poderão se transformar em câncer, principalmente no intestino grosso.
- Os pólipos podem ser retirados através da Endoscopia Digestiva Alta ou da Colonoscopia através de um procedimento chamado polipectomia.
- Tratamento de hemorragia digestiva:
- A hemorragia ou sangramento gastrointestinal é uma doença muito comum atendida nos Pronto-Socorros e que pode alcançar até 10% de mortalidade.
- As causas mais comuns de hemorragia digestiva são as Úlceras Gástricas ou Duodenais, Varizes no Esôfago de pessoas com cirrose hepática e Divertículos Intestinais. Outras doenças podem apresentar hemorragia digestiva como alterações vasculares na superfície do estômago e intestino e o câncer.
- Os sintomas mais comuns são vômitos com sangue e evacuação com sangue vivo ou fezes pretas.
- A hemorragia digestiva pode ser controlada com a Endoscopia Digestiva utilizando várias estratégias como a cauterização, a esclerose (um tipo de cauterização utilizando substâncias químicas) e a ligadura com elásticos em vasos sanguíneos em sangramento.
- Tratamento de estenoses (estreitamentos):
- As estenoses ou estreitamentos do tubo digestivo tem várias causas sendo as mais comuns as causadas por câncer, úlceras, refluxo gastroesofágico, megaesôfago chagásico e cirurgia no sistema digestivo.
- Os sintomas desses estreitamentos dependem da sua localização e são relacionados à obstrução parcial ou total do órgão, causando desnutrição e emagrecimento devido a dificuldade de se alimentar.
- A Endoscopia Digestiva pode ajudar no tratamento através de dilatação e colocação de próteses no interior do tubo digestivo, resolvendo a obstrução e possibilitando que a pessoa volte a se alimentar.
- Ligadura elástica de varizes do esôfago:
- As varizes do esôfago surgem em pessoas com problemas no fígado, tendo como principal causa a cirrose.
- É muito importante fazer o tratamento das varizes de esôfago porque a hemorragia ocasionada por elas tem alta mortalidade (40% na primeira hemorragia e 70% nos episódios seguintes).
- As varizes de esôfago podem ser tratadas com medicamentos associados à Endoscopia Digestiva Alta através do tratamento chamado ligadura elástica. Esse tratamento consiste em laçar as varizes com um pequeno elástico fazendo com que elas fiquem mais finas e diminuam o risco de hemorragia.
- Tratamento de complicações cirúrgicas:
- Complicações relacionados a estreitamentos e vazamentos de secreções nas cirurgias digestivas eram tratadas antigamente somente com novas cirurgias.
- Com o desenvolvimento de novas técnicas endoscópicas o tratamento dessas complicações tem necessitado cada vez menos de repetidas cirurgias.
- Gastroplastia endoscópica:
- A obesidade é uma doença que vem aumentando acentuadamente entre a população e com isso vem surgindo novos tratamentos alternativos à cirurgia bariátrica.
- A gastroplastia endoscópica consiste em fazer alguns pontos no interior do estômago, através da Endoscopia Digestiva Alta, reduzindo sua capacidade e deixando-o em forma tubular, semelhante ao Sleeve Gástrico.
- Balão Intragástrico:
- O balão intragástrico é outra opção para o tratamento da obesidade.
- Existem vários tipos de balão e eles variam no tempo que pode permanecer no estômago (4 meses a 1 ano), na capacidade que podemos enchê-lo (entre 400ml e 1000ml), na possibilidade ou não de ajustar o tamanho durante o tratamento (existem os balões ajustáveis e os de tamanho fixo) e na forma de colocação e retirada (balões colocados e retirados por Endoscopia Digestiva Alta e balões deglutíveis)
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Prevenção de câncer

A Colonoscopia e a Endoscopia Digestiva Alta são muitos importantes na prevenção dos cânceres do intestino grosso e do estômago.
Recomenda-se que a Colonoscopia seja realizada em todas as pessoas aos 45 anos de idade e repetida a cada 5 anos, independente da presença de sintomas.
A Colonoscopia deve ser realizada até 75 anos de idade, podendo se estender até os 85 anos dependendo do desejo pessoal e da expectativa de vida da pessoa. Acima de 85 anos não tem mais indicação do exame preventivo
Em algumas situações é preciso antecipar a idade de início do exame de Colonoscopia preventiva, por possibilidade dessas situações estarem relacionadas ao câncer de intestino:
- Sangramento nas fezes
- Exame positivo para pesquisa de sangue oculto nas fezes
- Alteração do ritmo intestinal (diarreia ou constipação)
- Anemia crônica de causa desconhecida
- Emagrecimento sem causa
- Doenças hereditárias como a Polipose Familiar e Síndrome de Lynch
- Colite principalmente a Retocolite Ulcerativa e a Doença de Crohn
- Familiares com câncer de intestino. Iniciar a prevenção aos 40 anos ou 10 anos antes da idade do familiar que teve o câncer.
A Endoscopia Digestiva Alta na prevenção do câncer de estômago deve ser realizada a cada 2 anos. A recomendação é que seja feita nas pessoas que possuem algum familiar com câncer, iniciando aos 40 anos ou 10 anos antes da idade do familiar que teve o câncer, porém no Brasil não existe orientação oficial sobre essa forma de prevenção.
Não existe a necessidade de realizar o exame preventivo se não tiver sintomas ou casos de câncer na família, diferentemente da colonoscopia.
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Quem deve fazer Endoscopia e Colonoscopia?

Os exames estão indicados para todas as pessoas que apresentem algum sintoma digestivo, sendo muito mais importante nas pessoas com idade maior que 40 anos devido ao aumento no número de casos de câncer acima dessa idade.
Quem tiver a indicação dos exames para prevenção de câncer deve ficar atento a idade para iniciar esse acompanhamento e a frequência que deve repetir os exames.
Algumas doenças também serão acompanhadas com a realização de exames em menor espaço de tempo como é o caso de pólipos do intestino grosso, esôfago de Barrett e úlceras no estômago e duodeno.
Existem vários sintomas causados por doenças digestivas que podem necessitar de Endoscopia ou Colonoscopia. Os principais são:
- Azia
- Queimação
- Boca amarga
- Dificuldade para engolir
- Alimento parando no esôfago (“entalando”)
- Dor no peito (depois de descartada doença cardíaca)
- Dor no estômago
- Má digestão
- Distensão (estufamento) no estômago
- Náuseas e vômitos
- Vômitos com sangue
- Dor no abdome
- Gases no abdome
- Diarreia
- Intestino preso
- Alteração no ritmo intestinal
- Alteração nas fezes (fezes afinadas, fezes pretas)
- Sensação que não evacuou completamente
- Sangramento nas fezes
- Dor para evacuar
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Como é o preparo para os exames de Endoscopia Digestiva?
Inicialmente é necessário jejum para realizar os exames endoscópicos. É preciso no mínimo 8 horas de jejum para os alimentos sólidos e pastosos e 3 horas para líquidos como água e sucos.
Com o consumo aumentado de medicamentos injetáveis para emagrecer, que causam lentidão do estômago, é necessário 1 dia inteiro com dieta líquida para que o estômago esteja limpo e vazio durante o exame.
Para a Colonoscopia é necessário um preparo especial iniciado 2 dias antes do exame.
Durante esses dias que antecedem o exame os alimentos consumidos não podem coproduzir resíduos no intestino. Os alimentos que são proibidos incluem:
- Todos os vegetais de folhas: alface, rúcula, espinafre, agrião, couve, couve-flor, brócolis, repolho, acelga, incluindo temperos como a salsinha e a cebolinha
- Cebola e alho
- Grãos como milho, feijão, ervilhas e castanhas
- Carne vermelha
- Leite
- Refrigerantes
- Legumes crus ralados ou cozidos em pedaços: batata, cenoura, beterraba, mandioca (purê de batata é liberado)
- Vegetais com sementes: tomate, jiló, quiabo, vagem, pepino, berinjela etc.
- Frutas (pode suco de fruta desde que coado)
Se não quiser errar, nos dois dias que antecedem a Colonoscopia, coma somente: peixe ou frango grelhados, arroz, purê de batatas, ovos e suco de fruta coado ou água.
No dia anterior à Colonoscopia, algumas horas antes do exame, deverá tomar alguns medicamentos laxativos para fazer a limpeza do intestino. Esses medicamentos causarão diarreia de grande intensidade e removerão todos os resíduos de fezes do intestino. Ao fim do preparo as fezes devem estar líquidas e com cor amarelo claro, semelhante a cor da urina.
Durante o preparo a pessoa deve ingerir muita água e isotônicos para evitar a desidratação.
É muito importante que esse preparo seja feito corretamente porque pequenos pólipos ou tumores podem ficar escondidos embaixo dos resíduos de fezes, não sendo vistos e retirados durante o exame.
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Como é no momento do exame?

Durante o exame a pessoa não poderá estar portando nada metálico como correntes, brincos, pulseiras, relógios e piercings. Também é necessário que venha sem maquiagem, principalmente batom, e esmaltes de cor escura que poderão interferir na leitura do monitor de oxigenação sanguínea (oxímetro).
Após a entrada na sala de exame, você precisará remover seus óculos. Se o exame for a Colonoscopia precisará trocar a roupa por uma camisola que será entregue pela assistente de exame.
Os sinais vitais, oxigenação sanguínea e batimentos cardíacos serão monitorizados e se necessário será colocado gentilmente um pequeno cateter nasal para administração de oxigênio.
Se for realizar Endoscopia receberá nesse momento medicação anestésica na garganta em forma de spray.
Posteriormente receberá medicação sedativa pela veia para permitir que você relaxe e adormeça. A medicação pode causar sensação rápida de ardência no local da injeção e no trajeto da veia.
Caso você sinta qualquer desconforto durante o exame, doses subsequentes da mesma medicação serão empregadas para permitir um exame tranquilo e indolor.
Se necessário, pequenas amostras de tecido (biópsias) podem ser colhidas durante o exame para análise microscópica detalhada pelo patologista.
A duração média da Endoscopia é de 10 a 15 minutos e da Colonoscopia é de 15 a 30 minutos salvo em casos especiais.
Terminado o exame a pessoa é levada até uma sala de recuperação onde aguardará até que o efeito do sedativo reduza, permitindo que troque de roupa, alimente-se e consiga ir para casa sem riscos.
Após o exame, pelo fato de estar sob efeitos do sedativo, não poderá dirigir. É obrigatório trazer acompanhante maior de idade, preferencialmente que tenha intimidade e liberdade para ajudar, se precisar, durante a troca de roupas e caso necessite ir ao banheiro. Evite levar crianças no dia do exame.
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Quais os riscos dos exames de Endoscopia Digestiva
A Colonoscopia e a Endoscopia Digestiva Alta são exames seguros, no entanto, como todo procedimento médico, elas não são isentas de riscos.
As complicações podem ser divididas em complicações relacionadas a sedação, ao preparo e ao próprio procedimento.
As medicações empregadas na sedação podem provocar reações locais (flebite no local da punção venosa) e sistêmicas de natureza cardiorrespiratória, incluindo dificuldade respiratória com diminuição na oxigenação sanguínea e alterações no batimento cardíaco como bradicardia (diminuição dos batimentos) e taquicardia (aumento dos batimentos) e na pressão arterial como a hipotensão (queda da pressão) e hipertensão (aumento da pressão).
Esses efeitos colaterais são constantemente monitorizados durante o exame com o uso de monitor de oxigenação sanguínea (oxímetro) e de controle dos batimentos cardíacos, estando a equipe habilitada para o tratamento imediato de qualquer uma dessas complicações.
Endoscopia Digestiva Alta
As complicações relacionadas a Endoscopia Digestiva Alta são raras, ocorrendo entre 0,1% e 0,5% dos exames.
A mais frequente é o sangramento (0,5%) que é muito raro ocorrendo geralmente em pacientes com problemas na coagulação submetidos à biópsia esofágica ou gástrica.
Perfurações do esôfago, estômago ou duodeno são mais raros e ocorre frequentemente em pacientes que são submetidos a ressecções de grandes pólipos (maiores que 1 cm).
O sangramento pode ser tratado durante o próprio exame endoscópico e a perfuração habitualmente requer tratamento cirúrgico
Colonoscopia
O uso de laxativos durante o preparo intestinal para Colonoscopia pode ocasionar tonturas, náuseas, vômitos e cólicas intestinais, seguidos ou não por desidratação e desequilíbrio na concentração corporal de sódio, potássio e magnésio. Distensão abdominal pode ocorrer raramente e particularmente em pacientes com tumores avançados do intestino grosso. O preparo intestinal é realizado de maneira a prevenir ou minimizar esses efeitos colaterais por hidratação oral vigorosa com isotônicos e uso preventivo de medicamentos para prevenir os vômitos.
As complicações relacionadas a Colonoscopia são raras, ocorrendo entre 0,1% e 0,5% dos exames. As mais frequentes são a perfuração (0,5%) e o sangramento (0,05%).
Perfuração ocorre mais frequentemente em pacientes idosos com grande quantidade de divertículos intestinais deformando o intestino.
Hemorragia é rara e ocorre geralmente em pacientes com problemas de coagulação submetidos à biópsia intestinal.
Essas complicações são mais frequentes nos procedimentos terapêuticos, incluindo polipectomia (retirada de pólipos), mucosectomia (retirada de lesões planas ou deprimidas), hemostasia (tratamento de lesões sangrentas), dilatação de estenoses intestinais (estreitamentos) e descompressão intestinal.
As complicações após a polipectomia são as mais frequentes, ocorrendo sangramento (1 a 2,5%) e perfuração (0,3% a 2%) na base do pólipo retirado. Essas complicações ocorrem geralmente em pacientes com pólipos de grandes dimensões (maiores que 1 cm) e podem ocorrer no momento ou dias após a realização do exame.
O sangramento pode ser tratado durante a própria colonoscopia e a perfuração habitualmente requer tratamento cirúrgico.
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Fontes:

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